O século XXI prometia progresso, união, tecnologia ao serviço da paz. Em vez disso, trouxe um ruído constante de bombas e discursos de ódio. O mundo, que parecia global, tornou-se tribal. As fronteiras voltaram a erguer-se — nas terras, nas ideias, nas redes. Vivemos num tempo onde a humanidade se esquece de ser humana e a empatia virou luxo para dias calmos.
Basta olhar à volta: guerras por...
Entre guerras e guitarras
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