Eu cresci numa casa junto à praia, onde os meus tios e primos vinham passar as férias. Era na verdade uma casa sempre alegre e cheia. Tínhamos uma sala muito grande e à noite reuníamo-nos todos para assistir televisão, a escolha era simples pois só tínhamos um canal. Nos dias em que não dava nada de especial, tínhamos as cassetes de vídeo, que alugávamos em Santa Clara, num espaço pequeno com um...
Do isolamento à Sétima Arte: a nova vaga do cinema açoriano
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