Taça UEFA

Vitória de Setúbal fora da fase de grupos

Vitória de Setúbal fora da fase de grupos

 

Lusa/AO online   Futebol   2 de Out de 2008, 22:16

O Vitória de Setúbal foi hoje afastado da fase de grupos da Taça UEFA em futebol, ao perder no reduto dos holandeses do Heerenveen por 5-2, em encontro da segunda “mão” da primeira eliminatória
O Vitória de Setúbal foi hoje afastado, como esperado, da fase de grupos da Taça UEFA em futebol, ao perder por 5-2 no reduto dos holandeses do Heerenveen, numa segunda “mão” da primeira ronda resolvida bem cedo.
Depois de ter comprometido o apuramento ao sofrer um golo no último minuto do primeiro jogo, em Alvalade (1-1), há 15 dias, o conjunto sadino entrou muito mal no encontro e, após 24 minutos, já perdia por irrecuperáveis 3-0.
Um golo do brasileiro Paulo Henrique, logo aos seis minutos, e um “bis” de Gerald Sibon, aos 13 e 24, sentenciaram prematuramente o “adeus” do Vitória de Setúbal, que, há dois anos, na última presença, também havia caído face aos holandeses (0-3 em casa e 0-0 fora).
Na segunda parte, o internacional norueguês Taril El-Younoussi apontou mais dois tentos, aos 50 e 68 minutos, o segundo dos quais depois da equipa portuguesa ter chegado a sonhar, ao reduzir para 4-2, com golos de Bruno Gama, aos 57, e Ricardo Chaves, aos 63.
Em relação ao encontro de sábado, para o campeonato (1-0 na recepção ao Rio Ave), o treinador dos sadinos, Daúto Faquirá, trocou Leandro Lima e Daniel Carrijo, que nesse encontro haviam sido substituídos, por Mateus e Bruno Moraes, respectivamente.
Desta forma, o Vitória de Setúbal começou com Janicio, Robson, auri e Cissokho, à frente do guarda-redes Bruno Vale, um meio-campo com Sandro, Elias, Ricardo Chaves e Mateus e dois jogadores na frente (Laionel e Bruno Moraes).
Os portugueses ameaçaram primeiro, por Ricardo Chaves, aos quatro minutos, mas os holandeses só precisaram de uma ocasião para inaugurarem o marcador: Pranjic centrou da esquerda e Sibon assistiu Paulo Henrique, que cabeceou vitoriosamente.
Pouco depois, aos oito minutos, o guarda-redes Vandenbussche teve de se aplicar para evitar um cabeceamento de um seu defesa, e, aos 13, a formação forasteira voltou a claudicar no sector recuado e, Sibon, sem marcação, bateu Bruno Vale com grade calma.
Como após o primeiro golo, o Vitória de Setúbal não conseguiu esboçar qualquer reacção e foi com naturalidade que os holandeses chegaram ao terceiro golo, aos 24 minutos, de novo por Sibon, que deu a melhor sequência a um centro da direita de Beerens.
Até ao intervalo, e com tudo mais do que decidido, os locais relaxaram, limitando-se a controlar os acontecimentos, o que permitiu ao conjunto luso criar algumas oportunidades, a mais perigosa desperdiçada por Bruno Moraes (41 minutos).
Para a segunda metade, Faquirá trocou um médio defensivo (Elias) por um extremo (Bruno Gama), mas logo nos instantes iniciais, mais precisamente aos 50 minutos, os locais voltaram a marcar, por El-Younoussi, que surgiu completamente isolado na área sadina.
Aos 57 minutos, e após várias tentativas, o Vitória acabou por conseguir reduzir, por Bruno Gama, após assistência de Bruno Moraes: os sadinos não tinham marcado fora nos últimos seis jogos europeus... desde 07 de Novembro de 1973 (1-2 no reduto do Racing White).
Depois, aos 63 minutos, a formação lusa voltou a marcar, num cabeceamento certeiro de Ricardo Chaves, após centro da esquerda de Cissokho, mas o sonho só durou cinco minutos, já que El-Younoussi também “bisou” aos 68, agora após um passe de Pranjic.
Já com Daniel Carrijo e Leandro Lima em campo, o Vitória de Setúbal ainda poderia ter voltado à discussão do encontro e da eliminatória, mas Carrijo falhou duas excelentes oportunidades, aos 72 e 80 minutos, e o árbitro também não marcou uma grande penalidade.

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