Vampire Weekend anunciam regresso em novembro a Portugal


 

AO Online/ Lusa   Cultura e Social   13 de Jul de 2019, 11:05

Os norte-americanos Vampire Weekend regressam a Portugal em novembro, para um concerto no Coliseu de Lisboa, no âmbito da digressão “Father of the bride”, foi anunciado este sábado no final do concerto da banda no festival Alive, em Oeiras.

Os Vampire Weekend deixaram o palco, cerca das 00:30, e nos ecrãs que o ladeiam surgiu o anúncio: 26 de novembro, Coliseu de Lisboa, Father of the bride tour. Momentos antes, o vocalista da banda, Ezra Koening, tinha prometido que da próxima vez que voltassem não seria daqui a seis anos, o tempo que ficaram sem atuar em Portugal desde a última vez.

Embora tenham recriado em palco, no Passeio Marítimo de Algés, a capa do novo álbum, “Father of the bride”, o quarto da banda, editado em maio, os Vampire Weekend optaram por apresentar no palco principal do festival Alive um alinhamento focado em toda a carreira, iniciada em 2006 em Nova Iorque.

De “Father of the Bride”, que tem na capa uma imagem da Terra, ouviu-se os singles “Harmony all” e “This life” e ainda “Sympathy” e “Bambina”.

Longe das enchentes de cabeças de cartaz de anos anteriores, os Vampire Weekend conseguiram juntar milhares de pessoas em frente ao palco principal, mas muitos foram dispersando, talvez culpa de alguns momentos mais longos de instrumentais.

Temas como “Cousins”, “A punk”, “Cape Cod Kwassa Kwassa”, “Oxford Comma” e “Diane Young” foram dos que obtiveram reações mais efusivas do público, onde alguém teve direito a ouvir a música que pediu à banda através da rede social Instagram.

“Alguém no Instagram queria muito ouvir esta canção. Não sei quem és, mas esta é para ti”, afirmou Ezra antes de se ouvir “Hannah Hunt”.

Pelo meio houve ainda tempo para uma versão de “Jokerman”, de Bob Dylan e para “New dorp. New York”, tema de SBTRKT ao qual Ezra emprestou a voz.

Logo no início do concerto, o vocalista partilhou como era “tão bom” estar de volta a Portugal e que tinha “passado demasiado tempo” desde a última vez, em 2013, também no festival NOS Alive.

“Vai parecer que estamos só a dizer por dizer, mas tivemos alguns dos melhores concertos da nossa carreira em Portugal. Sabe bem voltar depois de seis anos”, disse já quase no final do concerto, que terminou com “Ya hey”.

Ao contrário de anos anteriores, na sexta-feira circulava-se sem dificuldade entre os sete palcos montados no recinto.

O recinto abriu às 15:00 e a música começou no palco principal às 17:00, com as primeiras bandas - os espanhóis Izal e o norte-americano Perry Farrell com a Kind Heaven Orchestra – a atuar para poucas centenas de pessoas.

À medida que a noite ia chegando, chegava também mais público.

Na sexta-feira, o cartaz do NOS Alive incluiu também, entre muitos outros, Primal Scream, Greta Van Fleet, Grace Jones, Johnny Marr, Plutónio, Dillaz, Cristina Branco, Chong Kwong e Marinho.

Depois dos Vampire Weekend iam atuar ainda no palco principal os Gossip. No palco secundário faltava ainda atuarem Deejay Kamala e Cut Copy e no Clubbing Saint Jhn e Delaporte.

A 13.ª edição do NOS Alive termina hoje.


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