A formação açoriana terminou o campeonato com 36 pontos (nove vitórias, nove empates e 16 derrotas), mas não se livrou de alguns ‘sustos’, em contraste com a temporada histórica de 2024/25, em que os açorianos conseguiram a melhor prestação de sempre no campeonato (quinto lugar e 57 pontos).
A época ficou marcada pela troca de treinador, após a derrota com o Estoril (4-2) na 20.ª jornada (31 de janeiro), com o despedimento de Vasco Matos, que orientava o Santa Clara desde 2023/24, num trajeto marcado pela conquista da II Liga e a disputa das eliminatórias de acesso à Liga Conferência.
Petit assumiu, então, o comando técnico com a equipa em 16.º lugar, mas conseguiu afastar os açorianos dos últimos lugares da tabela classificativa, com cinco vitórias, quatro empates e cinco derrotas em 14 jogos.
A equipa dos Açores garantiu matematicamente a manutenção na 32.ª jornada, após o empate com o Arouca (2-2), e beneficiando da vitória do Tondela frente ao Casa Pia (1-0).
Na pior fase da época, a formação insular esteve 11 jogos sem vencer (da jornada 14.ª à 24.ª), um trajeto negativo que terminou com a vitória frente ao Vitória de Guimarães por 2-0 (25.ª jornada).
Por outro lado, na melhor sequência do campeonato, os açorianos permaneceram invictos durante cinco jogos (entre a 23.ª jornada e a 27.ª), com três vitórias consecutivas, diante Vitória de Guimarães (2-0), AVS (1-0) e Gil Vicente (1-0), e dois empates, com Tondela (2-2) e Alverca (1-1).
Na lembrança dos adeptos açorianos vai ficar a vitória frente ao Sporting de Braga no estádio de São Miguel (2-1), na 31.ª jornada, e o empate com o Benfica (1-1) no estádio da Luz, na quinta, como momentos altos da prestação no campeonato.
O central Sidney Lima, jogador com o maior número de minutos, e o médio Serginho (três assistências e quatro golos) estiveram em destaque no Santa Clara, tal como os brasileiros Gabriel Silva e Vinicius, os melhores marcadores da equipa, ambos com seis golos.
