Saldo favorável a Portugal nas trocas com África do Sul triplicou para quase 50 milhões

Saldo favorável a Portugal nas trocas com África do Sul triplicou para quase 50 milhões

 

Lusa / AO online   Economia   7 de Dez de 2013, 11:38

O saldo favorável a Portugal nas trocas de bens com a África do Sul aumentou 270%, para 49,9 milhões de euros de janeiro a setembro deste ano, de acordo com os dados da AICEP.

 

Segundo os números da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), disponibilizados hoje à Lusa, as exportações de bens portugueses para a África do Sul aumentou 66,2% entre janeiro e setembro deste ano, passando de 75 para 124,7 milhões de euros.

Aliado a um abrandamento nas importações, que subiram 22%, de 61,7 para 75,4 milhões de euros, a balança comercial de bens melhorou, do ponto de vista português, quase 270%, passando de 13,3 milhões para 49,2 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano.

O saldo que mede a diferença entre as exportações e as importações de bens confirma, assim, a trajetória visível nos dados desde, pelo menos, 2008. Nesse ano, a balança comercial era negativa para Portugal em mais de 255 milhões de euros, mas desde então tem estado sempre a melhorar, passando a positiva no ano passado, em quase 25 milhões de euros.

A África do Sul é o 32º cliente de Portugal, com 0,35% das saídas de bens, e é o 50º fornecedor, enviando para Portugal apenas 0,18% do total que Portugal compra no estrangeiro.

No que diz respeito aos serviços, o panorama mantém-se positivo para Portugal em mais de 15,2 milhões de euros. De janeiro a setembro, Portugal exportou serviços no valor de 50,6 milhões de euros, o que representa um aumento de 1,7% face aos 49,7 milhões exportado de janeiro a setembro de 2012.

Em sentido inverso, Portugal importou o equivalente a 35,3 milhões de euros, subindo 7,5% face ao valor dos primeiros nove meses do ano passado: 32,9 milhões.

Contas feitas, a balança comercial de serviços é favorável a Portugal em 15,2 milhões de euros, o que mostra, no entanto, uma quebra de 7,6% face ao período homólogo do ano passado.


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