"Recuperação de 5 ME dota o Porto da Madalena com condições reforçadas de proteção"

"Recuperação de 5 ME dota o Porto da Madalena com condições reforçadas de proteção"

 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   8 de Jul de 2019, 13:58

O presidente do Governo dos Açores, que iniciou esta segunda-feira uma visita estatutária à ilha do Pico, visitou as obras de recuperação do porto comercial da Madalena, onde destacou os cerca de 26 milhões de euros que foram investidos nesta infraestrutura nos últimos 10 anos.

Citado em nota, Vasco Cordeiro disse que se está a falar de uma "infraestrutura portuária que assume uma importância fundamental e é por isso que, nos últimos 10 anos e contando com esta intervenção que está já concluída, foram feitos investimentos superiores a 26 milhões de euros”.


Recorde-se que a  27 e 28 de fevereiro de 2017, uma tempestade provocou estragos significativos neste porto, nomeadamente nos mantos de proteção do molhe exterior, nos pavimentos do cais e nas redes técnicas e, principalmente, o derrube de um troço do muro cortina do cais comercial e “desaprumou” um troço com cerca de 70 metros.


Segundo o presidente do Governo, a reconstrução concluída recentemente, num investimento superior a cinco milhões de euros, permitiu, não apenas repor a situação que existia antes da tempestade, mas também reforçar as condições de proteção deste porto, “que se assume de importância fundamental para o trafego marítimo, sobretudo entre as ilhas do Faial e Pico”.



“Concluímos esta obra, mas já temos, por exemplo, nas Lajes das Flores, uma intervenção de recuperação de estragos estimada em cerca de 10 milhões de euros, cujo projeto está em fase de conclusão”, sublinhou Vasco Cordeiro, ao destacar a relevância dos portos açorianos em termos de acessibilidades marítimas entre todas as ilhas.



Nesse sentido, salientou que estão já concluídas, em execução ou previstos arrancar investimentos “um pouco por toda a Região”, nomeadamente nas ilhas do Corvo, das Flores, de São Jorge, do Faial, do Pico, da Terceira e de São Miguel, que “visam dar uma resposta cabal, adequada e eficiente àquela que é a nossa condição arquipelágica”.
   

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