PS/Ribeira Grande denuncia incoerência e falta de credibilidade de Alexandre Gaudêncio

PS/Ribeira Grande denuncia incoerência e falta de credibilidade de Alexandre Gaudêncio

 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   17 de Dez de 2018, 12:23

O Partido Socialista da Ribeira Grande denuncia a falta de coerência e de credibilidade de Alexandre Gaudêncio que a nível regional tudo promete, enquanto a nível do município faz exatamente o contrário.

Em comunicado, os socialistas consideram que é “inaceitável que a nível regional”, Alexandre Gaudêncio “prometa baixar o IVA e o IRC, enquanto na Ribeira Grande não devolve o IRS na totalidade às famílias, aumenta as taxas e tarifas e não baixa a derrama das empresas”.


O PS da Ribeira Grande condena, também, o “facto de o presidente da Câmara só querer investir 0,8% do Orçamento municipal na ação social do Concelho e que não tenha contribuído com uma única medida para a Estratégia Regional de Combate à Pobreza e à Exclusão Social”,lê-se na nota.


Na freguesia mais populosa da Ribeira Grande, diz o PS “Alexandre Gaudêncio retirou o campo de futebol aos jovens, durante mais de três anos, obrigando-os a estarem mais tempo longe de casa e da escola e a terem de fazer deslocações para o centro da cidade para treinos e jogos”, acrescentando que o ribeiragrandenses “continuam à espera da concretização de investimentos que garantam a sua segurança e bem-estar, como por exemplo, a obra do caminho da Tondela, da Lombinha da Maia, a ETAR, o campo de futebol de Rabo de Peixe”.


Por outro lado, “agrava-se a espiral de endividamento do município, em mais 42%, em apenas cinco anos de governação, com vista a financiar e a distribuir benesses e regalias por uns poucos amigos e não no investimento em obras estruturantes para o concelho da Ribeira Grande”, explica os socialistas.


Para o PS/Ribeira Grande não pode “continuar a haver falta de transparência na informação prestada, nos pagamentos em falta, no envio dos documentos em tempo útil e nos ajustes diretos que são estabelecidos e que levantam grandes dúvidas quanto aos critérios subjacentes”, finaliza o comunicado.





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