Preferimos dividir um milhão de crédito por 50 do que concedê-lo a um único cliente

Preferimos dividir um milhão de crédito por 50 do que concedê-lo a um único cliente

 

Paulo Simões / Rui Jorge Cabral   Regional   9 de Ago de 2019, 09:27

António Maio, presidente do conselho de administração com funções executivas (CEO) da Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo diz que a instituição que dirige é um banco assumidamente pequeno, que aposta na proximidade e na celeridade nas decisões

A Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo é a mais antiga do género nos Açores. Inicialmente com atividade apenas na ilha Terceira, em 1979 a Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo (CEMAH) abriu o seu primeiro balcão noutra ilha, em São Jorge, tendo alargado consecutivamente a sua presença nos Açores até chegar, em 2011, a São Miguel.

Qual é o perfil da Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo e o que a distingue da restante banca?
Somos atualmente a única caixa económica nos Açores. Até há 30 anos atrás, existiam várias caixas económicas, sendo este um modelo de banca que existia muito na Região. Contudo, por vicissitudes diversas, as caixas económicas foram desaparecendo ou sendo integradas noutras instituições. Por isso, hoje, a única que permanece no mercado com estas características é a Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo.


Pode ler na íntegra a entrevista na edição desta sexta-feira, 9 de agosto 2019, do jornal Açoriano Oriental


Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.