Plano Integrado de Transportes a aplicar em todas as ilhas

Plano Integrado de Transportes a aplicar em todas as ilhas

 

Ana Carvalho Melo   Regional   21 de Nov de 2012, 17:14

Para superar as atuais adversidades o secretário do Turismo e Transportes afirmou esta quarta-feira ser "imprescindível a coordenação dos transportes terrestres, aéreos e marítimos de passageiros, sendo necessário dispor de um Plano Integrado de Transportes a aplicar progressivamente em todas as ilhas".

Vítor Fraga, que falava no debate do Programa do XI Governo dos Açores, a decorrer no Parlamento regional, salientou que “este é o caminho que queremos trilhar para nos desenvolvermos mais, para sermos mais do que aquilo que somos, para nos renovarmos mais e continuarmos a merecer a confiança dos Açorianos”.

No setor dos transportes terrestres, o secretário regional salientou que “há que manter a qualidade da rede viária e a segurança do tráfego rodoviário”, enquanto nos transportes marítimos de passageiros e de mercadorias torna-se necessário “racionalizar o sistema, passando para uma gestão integrada das duas empresas (Atlânticoline e Transmaçor), consubstanciada por uma fusão, que permitirá as desejáveis economias de escala e uma maior otimização dos resultados operacionais” e proceder ainda “à conclusão do processo de construção dos dois navios de transporte misto de passageiros e viaturas”, atualmente em fase de construção.

Já no setor dos transportes aéreos, Vítor Fraga entende que o sistema em vigor apresenta uma “muito boa regularidade e fiabilidade de serviço”, embora enferme ainda de “custos elevados para os utilizadores e para a Região”.

O governante referiu ainda que diretamente ligado aos transportes está o setor do turismo, que constitui um dos pilares da economia dos Açores pelo seu papel na geração de riqueza e na criação de postos de trabalho.

Neste sentido afirmou que “o futuro apresenta desafios e obriga a novas estratégias para a afirmação do destino Açores e para o incremento de receitas que garantam a sustentabilidade da indústria do turismo”, desafios que poderão ser ultrapassados através da aposta no “conhecimento do posicionamento do nosso destino junto dos principais mercados e das suas tendências de procura, permitindo que a oferta se flexibilize e se adapte o produto às necessidades e desejos de cada mercado alvo”.


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