PCTP/Açores denuncia precariedade e problemas laborais na empresa de segurança Provise


 

Lusa/Ao online   Regional   27 de Out de 2018, 19:02

O PCTP/MRPP dos Açores indicou este sábado que entregou à administração da empresa de segurança da região Provise uma carta pedindo a resolução de alegados problemas laborais, como situações de precariedade ou "práticas abusivas" junto de trabalhadores.

Em carta a que a agência Lusa teve acesso, o comité da ilha de São Miguel do PCTP/MRPP diz haver "impunidade" da empresa na manutenção de "trabalhadores em situação de precariedade laboral", e o partido critica também a Inspeção Regional de Trabalho por alegada falta de controlo "perante práticas abusivas ao longo dos anos".

A agência Lusa tentou, sem sucesso, chegar ao contacto com a administração da Provise, tendo o interlocutor telefónico da empresa indicado a segunda-feira como um melhor dia para confirmar a receção da carta e comentar as posições do PCTP/MRPP.

O partido pede à empresa a "eliminação de toda e qualquer intimidação na organização de trabalho" e a "reorganização" da sua atividade de modo a que sejam cumpridas por cada trabalhador as 35 horas de trabalho semanal, os dois dias de descanso por semana e os 25 dias de férias por ano.

Os dirigentes partidários advogam ainda que a Provise é "unha com carne" com o Governo dos Açores, pedindo do executivo uma tomada de posição.

Na sua página na Internet, a Provise indica que a sua fundação se deu na ilha de São Miguel em novembro de 1994.

A empresa tem como principal atividade "a prestação de serviços de vigilância humana, assim como a venda de sistemas de segurança eletrónica, e controlo de acessos, exploração e gestão de centrais de receção e monitorização de alarmes".

"Fortemente implantada no mercado açoriano", a Provise dispõe de instalações operacionais na ilha Terceira ilha do Faial e também na ilha da Madeira, bem como na cidade do Porto, para além de ter um escritório comercial em Lisboa.



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