Partidos com “papel essencial” na Autonomia

Afirmou a Representante da República para os Açores, após concluir uma ronda informal de encontros com os titulares dos órgãos de governo próprio e com os líderes partidários.



A representante da República para os Açores, Susana Goulart Costa, congratulou os partidos políticos nos Açores pelo “papel essencial” que desempenharam ao longo dos últimos 50 anos na construção da Autonomia Regional.

No final de uma ronda de encontros informais com o presidente da Assembleia Legislativa dos Açores, Luís Garcia, com o presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro e com os vários líderes partidários nos Açores, Susana Goulart Costa aproveitou para auscultar sobre os desafios presentes e futuros do projeto autonómico.

E em nota de imprensa, sublinhou a sua disponibilidade para, “no quadro das suas competências constitucionais, participar de forma ativa e construtiva nesse debate”.

Refira-se que Susana Goulart Costa, que tomou posse como representante da República para os Açores há apenas três meses, realizou esta ronda de encontros informais com os partidos e com os titulares dos órgãos de governo próprio da Região, no quadro do cinquentenário da Autonomia Político-Administrativa dos Açores, instituída pela Constituição de 1976 e concretizada na eleição da primeira Assembleia Regional a 27 de junho do mesmo ano.

Os encontros informais tiveram lugar em Angra do Heroísmo e Ponta Delgada, tendo Susana Goulart Costa se reunido, para além de Luís Garcia e de José Manuel Bolieiro, que é líder do PSD/Açores, também com os líderes açorianos do PS, Francisco César; do CDS-PP, Artur Lima; do PPM Paulo Estêvão; do Chega, José Pacheco; do Bloco de Esquerda, António Lima; da Iniciativa Liberal, Hugo Almeida; do PAN, Pedro Neves e da CDU, Marco Varela.

Em nota de imprensa, Susana Goulart Costa salientou ainda que os primeiros 50 anos da Autonomia Político-Administrativa nos Açores foram caracterizados “pela alternância democrática, pela lisura dos processos eleitorais, pela transparência da ação governativa, bem como pelos progressos muito significativos no que toca ao bem-estar económico e social das populações das nove ilhas do arquipélago”.

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