NRP Viana do Castelo em missão nos Açores

 NRP Viana do Castelo em missão nos Açores

 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   12 de Abr de 2019, 16:35

Navio da República Portuguesa (NRP) Viana do Castelo chega, segundo-feira, dia 15 de abril, a Ponta Delgada, para iniciar uma missão nos Açores com a duração de dois meses, substituindo o NRP Sines.

De acordo com comunicado da Marinha Portuguesa, a  missão tem como objetivo a presença nos espaços marítimos do arquipélago dos Açores, tendo em vista o exercício da autoridade do Estado no mar, e ainda, o contacto com as diversas comunidades das Ilhas que constituem o arquipélago, bem como realização de ações de busca e salvamento marítimo.

O navio irá exercer ações de vigilância e patrulhamento marítimo, proteção e controlo das atividades económicas, científicas e culturais ligadas ao mar, bem como, de proteção dos recursos naturais e defesa do ambiente, através da prevenção e combate à poluição marinha.


O navio tem ainda capacidade para prestar assistência a pessoas e embarcações em perigo, integrando a estrutura de busca e salvamento marítimo, e para colaborar com a proteção civil e autoridades civis em situações de auxílio à população, em caso de catástrofe, calamidade ou acidente.

O navio patrulha oceânico “Viana do Castelo" entrou ao serviço da Marinha em 30 de março de 2011. Recordam-se alguns momentos da vida deste navio da Marinha ao longo dos 8 anos, nomeadamente a Menção Honrosa do Prémio Defesa Nacional e Ambiente em 2014, assim como o salvamento realizado a 15 de dezembro de 2015 em que o navio foi empenhado no salvamento do tripulante solitário do veleiro acidentado “SMA Solo Saylor" a 65 milhas a Norte da Ilha de São Miguel.


Para além das missões nacionais destaca-se a participação em missões de busca e salvamento marítimo no Mediterrâneo, onde resgatou 595 migrantes irregulares, e outras de apoio e cooperação no domínio da defesa com países africanos, designadamente a missão “Mar Aberto 18.2"

O NRP Viana do Castelo é comandado pela Capitão-tenente Vânia Filipa Guerreiro de Carvalho e tem um total de 50 militares embarcados, incluindo dois mergulhadores.

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