Nova tempestade aproxima-se de Nova Iorque e provoca cancelamentos de voos

Nova tempestade aproxima-se de Nova Iorque e provoca cancelamentos de voos

 

Lusa/AO online   Internacional   7 de Nov de 2012, 14:58

As companhias aéreas United e American Airlines decidiram esta quarta-feira suspender os voos de e para Nova Iorque devido a uma nova tempestade que deverá atingir a cidade durante a tarde, nove dias após a passagem do furacão

A United foi a primeira a anunciar, na terça-feira, que iria suspender os seus voos a partir do meio-dia (17:00 em Lisboa), tendo a American Airlines informado hoje que tomaria uma medida idêntica.

"Devido ao mau tempo previsto para o nordeste, a American Airlines e a American Eagle suspendem as suas operações a 07 de novembro, em Filadélfia a partir do meio-dia e em todos os aeroportos nova-iorquinos a partir das 15:00" (20:00 em Lisboa), informou a companhia em comunicado.

Os voos serão retomados na quinta-feira de manhã.

No total, cerca de 290 voos foram anulados, acrescentou a American Airlines.

O aeroporto JFK, em Nova Iorque, apelou hoje aos viajantes para que "verifiquem com as suas companhias aéreas o estado do seu voo" antes de se dirigirem para o aeroporto.

O autarca de Nova Iorque, Michael Bloomberg, sublinhou que a nova tempestade não é comparável ao furacão “Sandy”.

No entanto, o mau tempo deverá juntar-se às dificuldades já sentidas pelas vítimas do furacão, algumas das quais perderam tudo, e preocupa as autoridades, numa região ainda longe de regressar à normalidade.

O serviço nacional de meteorologia prevê ventos de 40 a 55 quilómetros por hora, com rajadas que poderão atingir os 80 km/h, acompanhados de chuva e temperaturas abaixo do normal para a época, ou até mesmo alguma neve.

Dezenas de milhares de pessoas continuam sem eletricidade, muitas das quais estão também sem aquecimento, em Nova Iorque.

Hoje de manhã, os termómetros marcavam um grau centígrado e as temperaturas não deverão passar dos 5ºC durante o dia.

O furacão "Sandy" fez dezenas de mortos nas Caraíbas e atingiu na semana passada a costa leste dos EUA, fazendo cerca de uma centena de mortos e interrompendo a campanha eleitoral no país.


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