Processo "Face Oculta"

Mexia garante que EDP está "concentrada no essencial"


 

Lusa / AO online   Economia   18 de Nov de 2009, 15:45

O presidente da EDP salientou à Lusa que a empresa "é muito mais" do que o seu envolvimento no processo Face Oculta e garantiu estar concentrado "no essencial".
"Era melhor não estarmos envolvidos, isso é óbvio, mas a EDP é muito mais do que isso", disse António Mexia à agência Lusa, garantindo que a administração está focada: "Estamos a fazer o que nos compete, ou seja, não devemos perder de vista o essencial, não podemos concentrar-nos no acessório".

A PJ desencadeou a 28 de Outubro a operação Face Oculta em vários pontos do país, no âmbito de uma investigação relacionada com alegados crimes económicos de um grupo empresarial de Ovar que integra a O2-Tratamento e Limpezas Ambientais, a que está ligado Manuel José Godinho.

No decurso da operação foram efectuadas cerca de 30 buscas, domiciliárias e a postos de trabalho, e 15 pessoas foram constituídas arguidas, incluindo Armando Vara, ex-ministro socialista e vice-presidente do BCP, José Penedos, presidente da REN - Redes Eléctricas Nacionais, e o seu filho Paulo Penedos, advogado da empresa SCI-Sociedade Comercial e Industrial de Metalomecânica SA, de Manuel José Godinho.

Um administrador da Indústria de Desmilitarização da Defesa (IDD) também foi constituído arguido no processo "Face Oculta".

Desde 30 de Outubro, data de início dos interrogatórios judiciais, foram ouvidos nove arguidos do processo, indiciados por um total de meia centena de crimes.

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