Máquinas de "digitalização" corporal em testes nos EUA


 

Lusa / AO online   Internacional   11 de Out de 2007, 17:04

O governo norte-americano iniciou hoje testes com um “scanner” corporal nos aeroportos, um aparelho que pode substituir os detectores de metais.
    Os testes com a nova máquina, que usa ondas de rádio para detectar objectos estranhos, começaram no Aeroporto Internacional de Phoenix, nos Estados Unidos.

    Os passageiros podem requisitar a monitorização corporal completa - que distorce o rosto para que a pessoa não seja reconhecida - em vez da usual revista manual.

    Esta máquina de "ondas milimétricas", que não usa radiação, cria uma imagem baseada na energia reflectida pelo corpo.

    A pesquisa dura 1,8 segundos e leva cerca de um minuto para que a imagem apareça no ecrã do computador noutro local.

    Para proteger a privacidade, a imagem será mostrada num ecrã em local afastado da porta onde a pessoa é “digitalizada”.

    A porta-voz da Transportation Security Administration, Ellen Howe, explicou que o agente que efectua a pesquisa nunca vê a imagem do computador e a imagem não é guardada.

    Desde Fevereiro, o Aeroporto de Phoenix testou outra máquina, que usa radiações de fundo para pesquisar o corpo inteiro.

    Este aparelho usa um raio de baixa intensidade para monitorizar o corpo inteiro a alta velocidade.

    A quantidade de radiação usada no processo é igual a 15 minutos de exposição à radiação natural tal como a do sol.

    As autoridades estão a tentar determinar se estes aparelhos são mais fiáveis que a busca manual.

    As duas máquinas detectam explosivos, metal, plástico e líquidos - qualquer coisa escondida no corpo, afirmou Mike Golden, chefe do departamento tecnológico da Transportation Security Administration (TSA).
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