Lucro do Santander Totta sobe 16% até setembro para 385 ME

Lucro do Santander Totta sobe 16% até setembro para 385 ME

 

Lusa/AO Online   Economia   7 de Nov de 2018, 15:13

O lucro do Santander Totta subiu 16% nos primeiros nove meses deste ano, face ao período homólogo, para 384,9 milhões de euros, anunciou o banco liderado por António Vieira Monteiro.

A evolução anual da conta de resultados e do balanço reflete o impacto da integração do ex-Banco Popular Portugal concluído em 14 de outubro, refere uma informação o Santander Totta.

Este processo, que se tinha iniciado em janeiro com o ‘rebranding’ de todas as agências e a incorporação de todos os empregados na estrutura do banco, foi concluído no dia 14 de outubro com a integração tecnológica e operacional.

"O excelente trabalho das equipas do banco permitiu que tal tenha sido no curto espaço de apenas 10 meses, estando o Santander já capacitado para servir todos os seus clientes de forma homogénea, independentemente do seu banco de origem", disse o presidente executivo do banco António Vieira Monteiro em conferência de imprensa.

O crédito ascendeu a 41,3 mil milhões de euros, subindo 17,1% em relação ao período homólogo.

Os recursos de clientes totalizaram 39,5 mil milhões de euros, o que equivale a uma subida anual de 22%, fruto dos aumentos de 21% em depósitos e de 27,5% em recursos fora de balanço, tendo estabilizado em relação ao final do trimestre anterior.

A margem financeira totalizou 654,8 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 26,9% face ao período homólogo enquanto as comissões líquidas ascenderam a 277,3 milhões de euros, subindo 11,4% face a setembro de 2017.

Por seu turno, refere o Santander Totta, os resultados em operações financeiras diminuíram 44,3%, atingindo 54,4 milhões de euros.

O produto bancário e os custos operacionais registaram incrementos anuais de 14,1% e 18,6%, respetivamente, pelo que o rácio de eficiência aumentou 1,8 pontos percentuais, fixando-se em 47,5%.

O presidente executivo do banco Santander Totta destacou a solidez do banco, referindo que "os primeiros nove meses do ano mostram um crescimento sustentado e rentável da atividade".

O rácio de exposições não rentáveis (NPE), que inclui o crédito malparado, situou-se em 4,84%, em setembro e o rácio de capital CET 1 desceu 1,32 pontos percentuais em relação a dezembro de 2017 para 12,9%.



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