Liderança PSD/A

JSD/A quer Berta Cabral à frente do PSD da região


 

Lusa/AOonline   Regional   29 de Out de 2008, 11:17

O líder da JSD/Açores defendeu que Berta Cabral deve assumir a liderança do PSD no arquipélago, alegando que “reúne as melhores condições” para dirigir o partido, na sequência da demissão de Costa Neves.
A presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada “reúne as melhores condições para ser uma boa candidata à liderança do PSD/Açores”, afirmou Cláudio Almeida, numa conferência de imprensa em Ponta Delgada.

    A autarca, que é também vice-presidente do PSD/Açores, é um dos nomes mais falados para suceder a Carlos Costa Neves, que apresentou a sua demissão na sequência dos resultados das eleições regionais de 19 de Outubro, que deram uma nova maioria absoluta ao PS de Carlos César.

    Berta Cabral ainda não confirmou se pretende avançar com uma candidatura nas “directas” do partido, apesar de várias estruturas de ilha já terem apelado a uma decisão neste sentido.

    Para Cláudio Almeida, a JSD do arquipélago “vê com muito agrado uma possível candidatura” de Berta Cabral, alegando que representa uma “forte esperança para a juventude açoriana”.

    “A acção de Berta Cabral à frente dos destinos do concelho de Ponta Delgada é um incentivo para os jovens açorianos exigirem” que avance para a presidência do partido nos Açores, salientou o líder regional da JSD.

    O Conselho Regional extraordinário do partido está agendado para sábado, enquanto que as eleições directas para a eleição do novo líder deverão realizar-se a 02 de Dezembro.

    A 12, 13 e 14 de Dezembro, os sociais-democratas açorianos deverão reunir-se em Congresso Regional.

    Na conferência de imprensa de hoje, Cláudio Almeida lamentou, ainda, a abstenção verificada nas legislativas regionais, que atingiu uma taxa superior a 53 por cento, a mais elevada de sempre nas ilhas.

    Um valor que resulta “não só de algum descontentamento, mas também da falta de empenho e de incentivo do Governo Regional no que toca ao recenseamento eleitoral”, acusou o presidente dos jovens sociais-democratas açorianos.

    “Este cenário demonstra que cerca de 50 por cento dos jovens açorianos, na faixa etária dos 18 aos 24 anos, não estão recenseados”, alertou Cláudio Almeida, ao anunciar que a JSD/Açores pretende organizar campanhas de sensibilização para a participação dos jovens na política e de recenseamento em todos os concelhos da região.

Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.