Homem atinge filha a tiro e está barricado


 

Lusa/AO online   Nacional   16 de Out de 2012, 12:03

Um homem, com cerca de 60 anos, atingiu esta terça-feira a tiro uma filha, que sofreu ferimentos ligeiros, encontrando-se barricado no monte onde reside, na zona de Cabeção, concelho de Mora, revelou a GNR.

Fonte do Comando Territorial de Évora da GNR explicou à Agência Lusa que a situação aconteceu hoje de madrugada, por volta das 05:00, depois de o homem ter efetuado “uns disparos com uma espingarda caçadeira”.

“O homem vive sozinho, mas existem outros moradores no monte, perto de Cabeção, tendo um deles alertado a filha do indivíduo”, explicou. Ao chegar ao local, a mulher, cuja idade não foi especificada pela GNR, “foi ferida por um disparo efetuado pelo pai”.

“Neste momento, ainda não se sabe se ele a reconheceu ou não”, acrescentou, referindo que a vítima foi socorrida pelos bombeiros e transportada para o Hospital de Évora, “onde ainda se encontra, livre de perigo”.

Contactado pela Lusa, o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora revelou que a corporação de bombeiros de Mora foi alertada, às 05:20, para ocorrência.

“Os bombeiros foram chamados ao Monte Grande, perto de Cabeção, e socorreram uma mulher com ferimentos ligeiros, devido a agressão, que foi transportada para o Hospital do Espírito Santo”, em Évora, revelou a fonte.

De acordo com o Comando Territorial de Évora da GNR, o autor dos disparos barricou-se no interior da residência, situação que ainda se prolonga, apesar de já se encontrarem no local uma equipa de negociação e elementos da Unidade de Intervenção da Guarda, assim como a Polícia Judiciária.

“Pelos vistos, depois do sucedido, o homem não terá cedido às indicações da patrulha da GNR que foi chamada ao local e barricou-se. Ele está armado e a situação ainda decorre”, frisou.

A GNR criou um perímetro de segurança em redor do local, acrescentou, precisando que o indivíduo “não tem reféns com ele”, embora “uma senhora e um jovem se encontrem no interior de uma das outras residências, apenas por segurança e à espera que tudo seja resolvido”.


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