Birmânia

Hillary Clinton insiste na libertação de Aung San Suu Kyi


 

Lusa / AO online   Internacional   12 de Nov de 2009, 11:10

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, insistiu esta quinta-feira, no início de uma visita às Filipinas, na necessidade de a Junta Militar da Birmânia (Myanmar) libertar a principal opositora e Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi.
Clinton sublinhou que a prisão domiciliária a que está submetida Suu Kyi “carece de fundamento” e é fruto só da liderança que exerce sobre o movimento democrático.

A secretária de Estado norte-americana tinha apelado quarta-feira para que os países da Ásia, individualmente e através da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático, de que faz parte a Birmânia), pressionassem Rangun a organizar eleições livres em 2010.

Regindo a esse apelo, o chefe da Junta Militar birmanesa, general Than Shwe, reiterou que as eleições se vão realizar sem cedência às exigências da oposição e da comunidade internacional.

O generalíssimo Than Shwe, homem-forte da junta birmanesa, rejeitou a ingerência "neocolonialista" estrangeira, numa alusão implícita às pressões, nomeadamente dos Estados Unidos, para a realização de eleições democráticas no próximo ano.

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