Liga Europa

Estrela do leão brilha e guia Sporting para a fase de grupos

Estrela do leão brilha e guia Sporting para a fase de grupos

 

Lusa/AOnline   Futebol   26 de Ago de 2010, 21:11

A “estrelinha do leão” brilhou intensamente em Copenhaga e “guiou” o Sporting na vitória de frente ao Brondby, por 3-0, na segunda mão do “play-off” de acesso à fase de grupo da Liga Europa em futebol

O treinador dos leões, Paulo Sérgio, previra que o Sporting poderia operar a reviravolta na eliminatória, depois da derrota em Alvalade, por 2-0, há uma semana, desde que a equipa fosse mais eficaz na concretização.
Com efeito, o Sporting evidenciou um nível de eficácia na finalização insuperável, para o qual também contribuiu o guarda-redes dinamarquês Andersen ao protagonizar um “frango”, a um quarto de hora do fim, que proporcionou o segundo golo “leonino” num remate de longa distância de Nuno André Coelho claramente defensável.
A “estrelinha” começou a brilhar à beira do intervalo, quando Evaldo abriu o marcador, de cabeça, na sequência de um livre cobrado por Maniche, quando, na realidade, o Sporting pouco tinha feito para chegar ao golo durante a primeira parte.
O Brondby entrou forte no jogo, a pressionar, mas o Sporting começou a sacudir a pressão a partir do quarto de hora, para terminar a primeira parte “em cima” dos dinamarqueses, a defenderem com o bloco baixo, mas sem soluções para abrir brechas neste.
Na segunda parte, a “estrelinha” chegou ao auge do seu brilho para os leões durante a primeira meia hora, quando o Brondby arriscou para chegar ao golo e “matar” a eliminatória, colocando o Sporting em dificuldades, a defender muito atrás e incapaz de dar profundidade às suas transições ofensivas.
Nesse período, valeram ao Sporting as falhas dos dinamarqueses na finalização e uma defesa monumental de Rui Patrício, aos 65 minutos, a desviar para canto um remate de Bischoff, na grande área, que levava o “selo” de golo.
Perante a evidência da perda do controlo do jogo a meio campo, Paulo Ségio lançou Matias Fernandez aos 67 minutos, sacrificando um Postiga cada vez mais apático, mas o que “virou” a face do jogo foi o golo inesperado de Nuno André Coelho.
O Brondby acusou o golpe, o Sporting ganhou uma nova alma, acreditou e como era o “dia do leão” Yannick Djaló sentenciou a eliminatória já em período de compensações, quando o prolongamento parecia inevitável.
Em resumo, os papéis inverteram-se: na primeira mão o Brondby teve o factor sorte a seu favor, na segunda o bafejado foi o Sporting, apurado no final por ter sido mais eficaz ao marcar mais um golo.


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