Escolha de Vasco Cordeiro foi regular face às regras em vigor

Escolha de Vasco Cordeiro foi regular face às regras em vigor

 

Lusa/AO online   Regional   10 de Out de 2011, 19:55

O PS considerou hoje que a escolha de Vasco Cordeiro como candidato socialista à liderança do Governo Regional dos Açores, em 2012, foi regular face às regras em vigor no partido e "excecionalmente bem conduzido"

Falando no final da reunião do Secretariado Nacional do PS, João Ribeiro, na qualidade de porta-voz, foi questionado pelos jornalistas sobre a recente escolha de Vasco Cordeiro como candidato socialista à liderança do Governo Regional dos Açores nas próximas eleições.

"O PS/Açores tem os seus estatutos, tem a sua autonomia regional e agiu de acordo com os seus estatutos. A direção nacional nada tem a comentar relativamente a esse assunto", começou por responder o dirigente nacional dos socialistas.

Interrogado se Vasco Cordeiro não deveria ter sido escolhido candidato à presidência do Governo Regional dos Açores, em 2012, na sequência de eleições diretas pelos militantes socialistas açorianos - tal como prevê a moção de estratégia da nova liderança do PS -, João Ribeiro disse que neste momento o Secretariado Nacional "não está ainda em condições de esclarecer [essa situação] por inteiro".

"O processo de modernização do PS vai decorrer até ao final do primeiro trimestre de 2012 e, como tal, não sabemos em que resultará essa discussão e se dessa discussão resultará a necessidade de alterar qualquer procedimento em curso. Neste momento, com as regras que estão em vigor, não há nenhuma irregularidade no processo de escolha [de Vasco Cordeiro]", respondeu.

Pelo contrário, de acordo com João Ribeiro, do ponto de vista político, o processo de escolha de Vasco Cordeiro foi "excecionalmente bem conduzido".

Sobre a decisão de Carlos César de não se recandidatar ao cargo de presidente do Governo Regional dos Açores, João Ribeiro disse que se deve registar "a grandeza do ato".

"Apesar de não se registar qualquer limitação legal para que não seja candidato, Carlos César deu mostras de desprendimento de poder e criou uma situação de alternativa interna dentro do partido, no sentido de se poder lançar um novo projeto no PS/Açores", afirmou o porta-voz do Secretariado Nacional dos socialistas.


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