Solidariedade

CTT convidam população a ser o pai Natal de crianças carenciadas e em risco

CTT convidam população a ser o pai Natal de crianças carenciadas e em risco

 

Lusa/AO online   Nacional   16 de Dez de 2011, 09:27

Os CTT pretendem entregar presentes a 1200 crianças carenciadas e em risco, nesta quadra festiva, convidando a população a apadrinhar cada uma delas, no âmbito do projecto “Pai Natal Solidário”.
“São pouco mais de 1.200 crianças, até aos 10 anos, carenciadas e em risco, de 38 instituições particulares de solidariedade social (IPSS)”, afirmou à Lusa Miguel Salema Garção, dos CTT.

Para aderir ao projecto e ser o pai Natal destas crianças basta escolher uma das cartas, disponíveis no site (https://painatalsolidario.ctt.pt/), na rede social Facebook (https://www.facebook.com/opainatal?sk=wall) ou numa estação dos CTT, comprar o presente pedido e entregá-lo numa estação, que se encarregará de o entregar.

Adiantando ser possível aderir ao projecto até quarta-feira, Miguel Salema Garção afirmou que, até ao momento, 60 por cento das cartas já foram apadrinhadas, o que deixa os CTT muito satisfeitos.

“Apelamos às pessoas que queiram satisfazer o pedido de uma criança neste Natal que adiram ao projecto, através do site, da rede social Facebook ou de uma das 70 estações dos CTT”, disse.

O responsável salientou que nas cartas enviadas ao “Pai Natal Solidário”, os miúdos pedem essencialmente brinquedos, mas também roupa ou equipamentos de futebol do seu clube favorito.

Em todo este processo de escolher uma carta e dar o presente a uma criança “a confidencialidade”, quer do padrinho como do afilhado, está sempre garantida.

“Algumas cartas chegam-nos com identificação, que é protegida. Todas as cartas são codificadas”, sublinhou.

Este projeto, que este ano tem mais visibilidade através do Facebook, vai já na sua 3.ª edição e surgiu associado a um outro, que passa por responder a milhares de cartas dirigidas ao pai Natal que são colocadas nos marcos dos correios pelas crianças, “por iniciativa própria ou por incentivo dos pais ou escolas”.

A todas elas, garantiu Salema Garção, é dada uma resposta e enviada uma pequena lembrança “para assinalar a quadra festiva e incentivar as crianças à escrita”.

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