Cavaco saúda regresso dos militares portugueses

Cavaco  saúda regresso dos militares portugueses

 

Lusa/AO Online   Nacional   3 de Nov de 2009, 14:13

Cavaco Silva, saudou hoje os militares portugueses que regressaram recentemente de uma “missão arriscada” no Afeganistão, sublinhando a competência e profissionalismo demonstrados.

“Quero manifestar o meu profundo apreço pela competência, pelo profissionalismo que demonstraram no exercício das missões que vos foram atribuídas, dessa forma contribuindo para o prestígio das Forças Armadas portuguesas no âmbito dos compromissos assumidos pelo país”, afirmou Cavaco Silva, durante uma visita à Base Aérea do Montijo.

Falando perante as cerca de quatro dezenas de militares que integraram o destacamento que esteve em Afeganistão para apoiar o processo eleitoral naquele país, o chefe de Estado sublinhou “o elevado risco da missão”, confessando a sua “grande satisfação” em os ver regressar a casa.

“Foram missões cumpridas de uma forma que prestigia o nosso país e, por isso, uma palavra especial de agradecimento vos é devida. A todos vós muito obrigado”, declarou Cavaco Silva, que é também o Comandante Supremo das Forças Armadas.

Já no final da visita, em declarações aos jornalistas, o Presidente da República voltou a enfatizar o papel das Forças Armadas, recordando que os serviços prestados pelos militares abrange áreas como o transporte aéreo, busca e salvamento, missões de transporte de órgãos para transplantes ou missões no domínio da emergência médica.

“Os portugueses nem sempre têm conhecimento do apoio que recebem da nossa Força Aérea em situações particularmente difíceis”, referiu.

Durante a visita à Base Aérea do Montijo, Cavaco Silva teve ainda oportunidade de conhecer o novo avião de transporte C-295, que irá substituir “o velho Aviocar” C-212, e o helicóptero EH 101.

Nas declarações que fez à comunicação social, o chefe de Estado voltou ainda a sublinhar a necessidade de “reter” os pilotos da Força Aérea.

“São homens altamente qualificados, formar um piloto custa muito dinheiro e temos que impedir que eles sejam atraídos para a aviação civil”, afirmou, fazendo votos para que “às nossas aeronaves nunca faltem os pilotos qualificados para os pilotar e desempenhar as funções que lhes estão atribuídas”.


Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.