Açoriano Oriental
Sociedade
Aumentam as denúncias de crianças e jovens em risco
A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Vila Franca do Campo acompanha actualmente 75 processos, mas no acumulado de 2011 já vai em cerca de 200. E a tendência é para aumentar, conforme admite em entrevista ao Açoriano Oriental a presidente da comissão, Mónica Domingues.
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Foto: Rui Jorge Cabral
Autor: Rui Jorge Cabral
“Esse aumento justifica-se, por um lado, por as pessoas estarem cada vez mais sensibilizadas para o dever de sinalizar situações em que as crianças possam estar em perigo, embora também se possa justificar, por outro lado, por uma certa confusão que ainda existe entre o que é o trabalho das comissões - que é um trabalho de prevenção primária - e o trabalho do Tribunal de Família e Menores”, explica a presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Vila Franca do Campo. Os principais problemas com que se depara a comissão são “a negligência e a exposição a comportamentos desviantes”, afirma Mónica Domingues.

Declarações proferidas no âmbito do Fórum da Criança e do Jovem de Vila Franca, que termina hoje na Escola Básica e secundária, subordinado ao tema “Ser em Família” e que, na sua 12ª edição, é actualmente o mais antigo do País. Presente no Fórum, a directora regional da Solidariedade e Segurança Social, Natércia Gaspar, lembrou que o número de lares passou de 18 para 35, apesar do número de crianças e jovens acolhidos estar, actualmente, a diminuir.
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