Associação quer construir centro de reabilitação de doentes com paralisia cerebral


 

Lusa / AO online   Regional   14 de Nov de 2009, 15:44

A Associação de Paralisia Cerebral de S. Miguel, nos Açores, organiza hoje um jantar de recolha de fundos para a construção de um centro de reabilitação para as cerca de 30 crianças e jovens que a instituição apoia.

A associação identificou 113 pessoas com aquela deficiência, mas alertou que “não tem espaço físico nem recursos humanos para abranger mais cidadãos”, já que funciona num espaço provisório.

“O espaço disponível é o maior entrave, de tal forma que foi necessário estabelecer prioridades no atendimento, sendo que apenas uma faixa etária consegue ser atendida”, refere a associação, numa nota enviada à Lusa.

A Associação de Paralisia Cerebral de S. Miguel possui uma equipa de intervenção multidisciplinar, nas áreas da fisioterapia, terapia da fala e psicologia, além de uma técnica de ciências de educação.

O seu actual espaço disponibiliza ainda uma ludoteca e uma sala equipada com computadores.

A paralisia cerebral é uma perturbação do controlo da postura e do movimento que resulta de uma lesão que atinge o cérebro em desenvolvimento.

Para além das perturbações motoras, são frequentes nas pessoas com paralisia cerebral dificuldades visuais e auditivas, além de epilepsia, problemas de aprendizagem e défice de atenção.

A associação estima que nasçam todos os anos nos Açores seis crianças com paralisia cerebral.


Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.