Ano de 2018 foi aquele com menos área ardida de sempre no distrito de Bragança

Ano de 2018 foi aquele com menos área ardida de sempre no distrito de Bragança

 

Lusa/Ao online   Nacional   17 de Nov de 2018, 01:43

O ano de 2018 é aquele que apresenta a menor ardida de sempre no distrito de Bragança no balanço dos incêndios florestais até 31 de outubro, divulgado esta sexta feira pelo Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS).

Os dados foram apresentados pelo comandante distrital, Noel Afonso, numa cerimónia com a presença do Secretário de Estado da Proteção Civil, José Artur Neves, sobre o Sistema de Vigilância e Apoio à Decisão Operacional das Terras de Trás-os-Montes que, desde junho, apoia a deteção e combate aos incêndios florestais com três câmaras instaladas em pontos estratégicos da região.

Desde o início do ano até 31 de outubro, o CDOS registou 574 ignições, o maior número no mês de fevereiro com 151 focos de incêndio.

Apesar do número de ocorrências, segundo o comandante distrital, no ano de 2018 houve uma redução de “81% da área ardida”.

“É o valor mais reduzido de área ardida desde que há registos no distrito de Bragança”, afirmou Noel Afonso.

O comandante do CDOS não quis avançar mais informação nem prestar declarações à Comunicação Social, indicando que fornecerá todos os dados depois de feito o balanço oficial a nível interno.

O distrito de Bragança tem um dos territórios mais extensos de Portugal, com uma vasta área florestal classificada em três áreas protegidas, nomeadamente os parques naturais de Montesinho e Douro Internacional e a Paisagem protegida do Azibo, além de várias zonas incluídas na Rede Natura 2000.




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