De acordo com o banco, o resultado alcançado supera “as metas estabelecidas para o período” e “reflete a solidez do modelo de negócio e a execução eficaz da estratégia definida”.
Em 2025, o produto bancário do Novo Banco dos Açores recuou 13% para 21,85 milhões de euros, enquanto os custos operacionais avançaram 21,5% para 10,26 milhões de euros.
O resultado financeiro baixou 11,9% para 15,91 milhões de euros, que foi condicionado pela descida das taxas de juro, “resultando na diminuição da taxa da margem financeira, que passou de 2,7% em 2024 para 2,4% em 2025.
O Novo Banco dos Açores acrescenta que o resultado do serviço a clientes cresceu 6,1% face ao ano anterior, para 5,0 milhões de euros, tendo sido “sustentado, essencialmente, pelo crescimento da atividade, mas também pela dinâmica na execução de iniciativas para aumentar as receitas de comissões”.
O banco disse ainda ter um perfil de risco estável e que o montante afeto a imparidades e provisões foi de cerca de um milhões de euros.
“O banco apresenta, assim, no ano de 2024, um robusto ‘Return on Tangible Equity’ [mede a taxa de retorno sobre o património líquido tangível] de 15,1%, evidenciando a rentabilidade do modelo de negócio e a sua capacidade de geração de capital”, de acordo com o Novo Banco dos Açores.
Em 2025, o crédito líquido a clientes foi de 391,5 milhões de euros, mais 23,7 milhões de euros do que em 2024.
O crédito vencido, por sua vez, recuou 63,8%, para 1,4 milhões de euros.
O montante global dos depósitos de clientes era de 548,7 milhões de euros, um acréscimo de 11,8% em relação a 2024.
O rácio de solvabilidade “reforçou-se para 23,1%”, refletindo “uma geração orgânica de capital de cerca de 5,6 pontos percentuais”.
