AMI inaugurou residência social em Ponta Delgada

AMI inaugurou residência social em Ponta Delgada

 

Lusa/AO Online   Regional   6 de Dez de 2011, 06:52

A AMI inaugurou  uma residência social em Ponta Delgada, nos Açores, com capacidade para 14 pessoas, para acolher os residentes de outras ilhas que necessitem de se deslocar a S. Miguel para tratamentos ou exames médicos.

“A AMI tem uma longa história nos Açores, integralmente baseada no voluntariado”, afirmou Fernando Nobre, presidente da instituição, recordando que a Assistência Médica Internacional completa hoje 0 27.º aniversário.

Fernando Nobre salientou que a residência social de Ponta Delgada destina-se “aos mais carenciados”, frisando que “esta não é a casa da AMI, mas a casa dos que vão usufruir das suas capacidades”.

Nesse sentido, salientou que esta residência social pretende “contribuir para melhorar o bem-estar” dos mais carenciados.

Na sua intervenção na cerimónia de inauguração das novas instalações, o presidente da AMI defendeu a importância da “solidariedade ativa” entre a sociedade civil e as instituições do poder central, regional e local, frisando o papel do voluntariado para ajudar a resolver os problemas das pessoas.

“Assumir uma cidadania ativa é empenharmo-nos na solução dos problemas das pessoas. Esse é um desafio que ninguém pode recusar”, afirmou Fernando Nobre.

Por seu lado, o presidente do governo dos Açores, Carlos César, destacou a importância da nova residência social da AMI em Ponta Delgada como equipamento que vem complementar a rede social de apoio existente na região.

“É um serviço que enriquece a rede social e melhora a acessibilidade aos serviços de saúde”, afirmou, acrescentando que, apesar dos “avanços significativos” registados nos últimos anos, não é possível ter em todas as ilhas dos Açores os meios necessários para a prestação de todos os cuidados de saúde.

Nesse sentido, salientou que é necessária a deslocação de doentes para as ilhas onde os meios de que necessitam existem, destacando a importância da nova residência no acolhimento dessas pessoas.

“Esta estrutura tem, por isso, um grande alcance social”, frisou, recordando que o Governo dos Açores gasta anualmente cerca de 1,5 milhões de euros com o apoio a doentes deslocados”.


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