Numa cândida entrevista ao Diário Insular Tiago Lopes confessa que, ao longo destes penosos meses de pandemia, o seu principal pânico e o primordial foco das draconianas medidas por si tomadas era, não mais do que, impedir o colapso do Serviço Regional de Saúde. O alfa e o ómega das cercas, dos confinamentos, do descontinuar da actividade médica normal e do grande fechamento das ilhas era escapar...
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