Segundo apurou o Açoriano Oriental, a jovem deverá ser acusada de um crime de profanação de cadáver.
O Açoriano Oriental sabe que a mãe escondeu a gravidez e o aborto, que ocorreu no dia 29 de março e que o aborto natural ocorreu na última semana de março.
O caso só se tornou conhecido, depois da jovem mariense ter procurado auxílio na Unidade de Saúde de Santa Maria, com fortes dores, causadas pelos restos do aborto que ficaram no interior do útero, o que obrigou a mãe a ser evacuada de emergência para São Miguel.
Esta situação alertou as autoridades, que no dia 30 de março encontraram o feto no Centro de Resíduos de Vila do Porto.
Depois de efetuada a autópsia ao feto na sexta-feira, a conclusão apontou para um aborto não forçado.
