Uma simples pergunta que rapidamente se converteu num fenómeno de massas. E a verdade é que, depois de ouvida, a questão recusa-se a sair da cabeça de muitos de nós que a reproduzimos repetidamente: «O que tem no carro… do Pingo Doce? O que tem no carro?». A própria marca, com a agilidade típica dos departamentos de marketing que tentam parecer jovens à força, apressou-se a colar-se ao cartaz com...
«O que tem no carro?»
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