A experiência e o traquejo deixam de transmitir sabedoria quando as dificuldades que se viveram passam a ser a fasquia que se considera legítimo impor aos outros. Pior: quando tratam o sofrimento alheio como uma praxe a propagar e não como um erro a corrigir. Perpetuar a dor do passado como se fosse um tributo obrigatório para as gerações futuras não é uma lição de vida. É um egoísmo geracional...
“No meu tempo…”, dizem eles com casa paga
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