Os episódios desta última semana deixam um rasto de ilusionismo político que convém desarmar antes que o ruído se normalize. À distância higiénica dos corredores de Bruxelas, o diagnóstico inicial que colou o selo de «egoístas» a quem se indignava com o custo proibitivo da habitação assenta num pressuposto malicioso de que toda esta crise não passa de um problema de postura de quem a padece, e não...
«Egoístas», os outros!
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