Reza a lenda que dois jovens de vinte anos, estando num pequeno restaurante algures no Rio Grande do Sul, repararam num pano amarrotado que servia de tampão num vidro partido de uma janela. O desmazelo ficaria sem história não fosse o caso de as cores do tal pano parecerem familiares o suficiente para justificar um olhar mais atento dos dois. Para espanto e indignação eles, o pano era a bandeira...
Morreu Paixão-Cortes, grande defensor das tradições açorianas no Rio Grande do Sul
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