Completei ontem cinquenta e três dias de confinamento. Tenho a certeza disso por me ter dado ao trabalho de, na parede da sala aqui de casa, fazer um risco por cada dia, agrupando-os aos sete e cortando, obliquamente, cada semana com um outro risco. Só para ter o prazer de ver concluídas as semanas, uma a uma, exatamente como nos filmes. Quem nunca viu “Papillon” ou “O Expresso da Meia-Noite”?
Esfrego...
Ainda há gente que não sabe o nome do bicho
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