Eleições/Madeira

Tribunal da Comarca da Madeira valida as 17 candidaturas

Tribunal da Comarca da Madeira valida as 17 candidaturas

 

Lusa/AO Online   Nacional   23 de Ago de 2019, 12:29

O Tribunal da Comarca da Madeira validou as 17 candidaturas apresentadas às eleições legislativas regionais, que decorrem em 22 de setembro, tendo as listas sido afixadas.

“Considerando que nada o impede, admitem-se definitivamente todas as listas apresentadas”, pode ler-se no despacho exarado pela juíza Cristina Calado, a que a Lusa teve acesso, esta sexta-feira.

O documento, com data de 20 de agosto, aponta que foi necessário as candidaturas fazerem correções relativas apenas a aditamentos de profissões dos candidatos, falta de assinatura na declaração de assinatura, números excessivos de elementos suplentes e falta de certidões do eleitor.

CDS, PAN, PTP, PCTP/MRPP, Iniciativa Liberal, BE, JPP, PSD, CHEGA, Aliança e MPT foram os partidos chamados a suprir irregularidades.

Às eleições legislativas regionais na Madeira concorrem, assim, 16 partidos e uma coligação CDU (PCP/PEV).

De acordo com o sorteio do boletim de voto realizado em 13 de agosto no Tribunal da Comarca da Madeira, no Funchal, concorrem as seguintes forças: PDR, CHEGA, PNR, BE, PS, PAN, Aliança, Partido da Terra-MPT, PCTP/MRPP, PPD/PSD, Iniciativa Liberal, PTP, PURP, CDS-PP, CDU (PCP/PEVP), JPP e RIR.

Os cabeças de lista são Filipe Rebolo (PDR), Miguel Tristão Teixeira (CHEGA), Álvaro Araújo (PNR), Paulino Ascensão (BE), Paulo Cafôfo (PS), João Freitas (PAN), Joaquim José Sousa (Aliança), Válter Rodrigues (MPT), Fernanda Calaça (PCTP/MRPP), Miguel Albuquerque (PPD/PSD), Nuno Morna (Iniciativa Liberal), Raquel Coelho (PTP), Rafael Macedo (PURP), Rui Barreto (CDS), Edgar Silva (CDU), Élvio Sousa (JPP) e Roberto Vieira (RIR).

O PSD mantém há 42 anos uma maioria absoluta no arquipélago.

O PS, que governa a nível nacional e nos Açores, tem assumido ser alternativa aos sociais-democratas, incentivando o eleitorado a ter “coragem para mudar”.

A possibilidade de coligações para uma estabilidade governativa tem sido referida por várias candidaturas. É o caso do CDS, que considera que este “é o momento do partido” chegar à governação.


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