Os três casos que agora voltaram a acusar positivo continuam, contudo, a contabilizar como recuperados. Tiago Lopes explicou que tratam-se de casos "assintomáticas" e que a Região está a "zelar por excesso", ao pedirem para ficarem em quarentena.
"A evidência cientifica diz-nos é que poderá haver algum remanescente de RNA (ácido ribonucléico) do virus que é detetado nos laboratórios. Não são casos ativos e não podem infetar", acrescentou.
Tiago Lopes adiantou ainda que na Região já há mais casos de profissionais de saúde recuperados do que infetados: neste momento, existem 12 profissionais de saúde com infeção ativa, 14 já recuperaram e 27 aguardam colheita/resultados.
