Sentiu-se julgada, pouco acompanhada e sem respostas para as dúvidas que tinha. Quando precisou de informação sobre a interrupção voluntária da gravidez (IVG), acabou por procurá-la sozinha na internet. E, dentro do próprio hospital, teve dificuldades em encontrar o gabinete que servia para dar apoio.
É desta forma que uma mulher de 41 anos descreve à Associação de Planeamento Familiar...
