Açoriano Oriental
Santa Clara SAD e Mário Batista negoceiam acordo

Volte-face na sociedade anónima desportiva do Santa Clara: aquela que se previa que fosse a primeira sessão de julgamento sobre a legalidade das deliberações da Assembleia-Geral da SAD de 31 de outubro de 2016, onde os acionistas votaram a favor da destituição dos 47,6 por cento de ações que pertenciam a Mário Batista, não chegou a iniciar-se.

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Foto: Eduardo Resendes/Arquivo AO
Autor: Nuno Martins Neves

Isto porque o antigo dirigente dos “encarnados” de Ponta Delgada e a direção da SAD açoriana anunciaram a negociação de um acordo extrajudicial para resolver a contenda.
Este princípio de acordo entre as partes, que terão agora 60 dias para acertar todos os detalhes, deita por terra um processo que se arrasta desde 2016. Em causa estava a destituição das ações pertenças a Mário Batista, que posteriormente foram vendidos ao investidor de Singapura Lau Lian Seng (representado na SAD por Khaled Saled). Batista contestava as deliberações tomadas na Assembleia-Geral de 31 de outubro, tendo assumido que já tinha vendido 46,6 por cento das ações, pelo valor de 233 mil euros, ao empresário turco Ismail Uzun, que ontem esteve presente no tribunal de Ponta Delgada.

Caso as partes (SAD e Batista) cheguem a um acordo de facto, os 47,6 por cento de ações ficam na posse da Azul Internacional, atual detentora das ações, uma empresa que pertence ao investidor singapuriano. Caso contrário, o processo volta ao tribunal a 17 e 20 de maio.

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