Reunião do Eurogrupo com união bancária e países sob resgate na agenda

Reunião do Eurogrupo com união bancária e países sob resgate na agenda

 

Lusa/AO Online   Economia   14 de Out de 2013, 08:42

Os ministros das Finanças da zona euro reúnem-se esta segunda-feira para analisar a execução dos programas nos países sob assistência e discutir propostas para a união bancária, tendo em vista os testes de "stress" aos bancos europeus em 2014.

 

Neste encontro do Eurogrupo, no Luxemburgo, que antecede uma reunião dos 28 ministros das Finanças da União Europeia, na terça-feira, será feita uma análise da situação atual nos países sob assistência financeira (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), mas no caso português a adoção formal da última avaliação - oitava e nona - só acontecerá na próxima reunião, a 14 de novembro.

A nota positiva dada a Portugal pela 'troika' (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) após a oitava e nona avaliações regulares ao programa de assistência económica e financeira irá permitir o desbloqueamento, em novembro, de uma nova tranche de 5,6 mil milhões de euros.

Os 17 ministros das Finanças do Eurogrupo irão ainda debater o novo mecanismo único de resolução de bancos, proposto pela Comissão Europeia em julho passado, e discutir em detalhe os fundos de apoio ('backstop') aos bancos com problemas e o sistema de comunicação aos mercados financeiros.

Na terça-feira de manhã, já com a discussão alargada a 28, os ministros das Finanças irão preparar o Conselho Europeu de 24 e 25 de outubro, em Bruxelas, estando previstas discussões sobre a política de investimento e a coordenação de políticas económicas na União Europeia e uma iniciativa da Comissão Europeia e do Banco Europeu de Investimento para apoiar Pequenas e Médias Empresas (PME).

Nesta reunião no Luxemburgo, o Ecofin irá ainda fazer um balanço dos resultados de 2013 do "semestre europeu", o ciclo de coordenação das políticas macroeconómicas dos Estados-membros no quadro do Pacto de Estabilidade e Crescimento e da Estratégia Europa 2020, e analisar as conclusões da última reunião de ministros das Finanças e governadores (de bancos centrais) do G20.

 


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