Segundo nota de imprensa, a aprovação destes dois instrumentos estratégicos reforça a visão do município para o “futuro do concelho”, assente numa abordagem integrada em que a “inovação e a transformação digital devem estar ao serviço das pessoas, contribuindo para uma sociedade mais igualitária, inclusiva, participativa e coesa”.
O PMIND tem como objetivo estabelecer uma “estratégia transversal” para a “promoção da igualdade de oportunidades e para a prevenção e combate a todas as formas de discriminação”, dado que a sua intervenção abrange áreas “fundamentais” para a qualidade de vida da população.
Por sua vez, o Plano de Ação Local para Territórios Inteligentes procura utilizar a “tecnologia, os dados e a inovação” para responder a “desafios concretos do Concelho, promovendo uma gestão mais eficiente e sustentável, assim como serviços públicos mais acessíveis e próximos”.
Segundo a presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Vânia Ferreira, “estes planos embora incidam sobre áreas distintas, partilham uma mesma orientação, nomeadamente, colocar as pessoas no centro das políticas públicas municipais e a criação de condições para que todas e todos possam participar, aceder a oportunidades e usufruir dos recursos e serviços do território em condições de igualdade”.
“É precisamente perante um conjunto de realidades socioeconómicas verificadas localmente que o PMIND assume uma intervenção baseada no conhecimento, na auscultação da comunidade e na cooperação entre o Município e as entidades que intervêm no Concelho”, explica a responsável municipal.
“A transformação digital não é, neste contexto, entendida apenas como uma modernização tecnológica dos serviços municipais, mas como uma oportunidade para reduzir desigualdades, melhorar o acesso à informação e aos serviços, reforçar a participação dos cidadãos e, por conseguinte, aproximar o Município das pessoas”, adianta, reforçando que um “território inteligente não existe se este não for inclusivo”.
