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Portugueses têm atitude colonizadora no Second Life

Os portugueses têm uma atitude colonizadora na plataforma Second Life, um espaço virtual para o qual transportam símbolos nacionais, defende o investigador Paulo Frias, professor no curso de Ciências da Comunicação da Universidade do Porto.


"A maioria dos portugueses que utiliza a plataforma, transporta para dentro do mundo virtual uma simbologia - edifícios, objectos - que reproduz um discurso oficial, um discurso histórico", declaro o docente, que segunda-feira defendeu uma tese de doutoramento sobre o tema.

"Novos Colonos - Comunicação, Representação e Apropriação do Espaço em Mundos Virtuais Online - A Comunidade Portuguesa em Second Life" foi a dissertação defendida na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

De acordo com Paulo Frias, os portugueses "têm uma tendência para simular - numa plataforma que está vazia e onde podiam construir qualquer coisa - elementos simbólicos da sua nacionalidade, como o Terreiro do Paço, o Colégio Militar ou a Torre de Belém".
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