“A Região tem uma grande carência de médicos, o que pode
tornar este problema numa situação muito crítica”, alerta a estrutura
liderada por Margarida Moura, que também chama a atenção que os Açores
“estão a mais de 1500 quilómetros de distância dos hospitais com maior
capacidade de diferenciação técnica e capazes de dar resposta aos
doentes graves”.
Lembra, por outro lado, já existir a circulação nas
ilhas de novas estirpes do novo coronavírus, “de mais fácil
transmissibilidade”, e que há ilhas sem hospital. Acresce ser “muito
escasso” o número de pessoas vacinadas na Região.
“Consideramos
fundamental que ocorra rapidamente a imunização da população nos Açores,
de modo a que haja um controlo efetivo da infeção na Região, permitindo
diminuir o desenvolvimento de formas graves da doença e reduzindo a
pressão sobre os hospitais”, frisa a OM, enfatizando a necessidade de
haver planos elaborados pela tutela e pelas instituições de saúde -
“para os quais a OM oferece a sua colaboração” - no combate à Covid-19.
