II Divisão Série C

Operário volta a ceder empate na Lagoa

O Operário vai passar uma quadra natalícia intranquila depois de ontem ter empatado 1-1, na Lagoa, com o Penalva, numa partida em que os fabris terminaram reduzidos a nove unidades e onde ficaram privados de outros dois jogadores por lesão


No encontro que era encarado como o reencontro da equipa com as vitórias, mais uma vez o conjunto de Francisco Agatão - que para além das lesões, que continuam a suceder-se, vê-se também privado de outros dois atletas por expulsão - voltou a fraquejar e demonstrar que, mentalmente, é débil.

O Penalva, que se encontra no fundo da tabela classificativa, estava perfeitamente ao alcance dos fabris que nos últimos meses se têm visto a braços com diversas lesões no grupo e, os que restam, teimam em não explanar a qualidade que a equipa possui.

Ao Operário, no encontro de ontem, de tudo um pouco aconteceu.

Aos 19 minutos Cordeiro saiu lesionado, o mesmo acontecendo com James aos 84.

Aos 52 minutos Hugo Grilo desperdiçou uma grande penalidade - permitindo a defesa de Nuno - a castigar desvio com a mão de Paulo Listra na área.

Aos 58, numa grande penalidade duvidosa (quem cortou com a mão dentro da área?) assinalada pelo árbitro, Fabrício ainda acalentou o sonho de Natal lagoense mas, o brasileiro, estava em dia não, atendendo a que exagerou, em demasia, nos protestos com Luís Estrela, o que originou a sua expulsão aos 76 minutos.

A partir desta altura, o Operário desapareceu do jogo, o Penalva acreditou e chegou à igualdade aos 86 minutos por intermédio de Rogério, que aproveitou da melhor forma mais um erro defensivo num lance de bola parada.

Até final, os viseenses quase chegavam à vitória e ainda ficaram a reclamar uma grande penalidade - árbitro assinalou livre fora da área - numa falta que ditou a expulsão de Ricardo Santos por acumulação.

O ponto extraído da igualdade a duas bolas acaba por ser um prémio lisonjeiro para um Operário que esta época tem sido uma sombra de si próprio.

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Jaime Vieira, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, afirmou ao Açoriano Oriental que a autarquia não decidirá sobre uma eventual transferência da EB1/JI Foros para a nova escola da Gaspar Frutuoso, uma vez que “não tem competência nem legitimidade para abrir ou encerrar estabelecimentos de ensino”