Açoriano Oriental
“O Governo tem as ferramentas para travar a incineradora em São Miguel”

Filipe Tavares, presidente da Associação Regional para a Promoção e Desenvolvimento do Turismo, Ambiente, Cultura e Saúde dos Açores (ARTAC) critica a pouca efetividade de um plano de gestão de resíduos que não ‘obriga’ e defende que o Governo devia intervir no destino final

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Foto: Pedro Amaral
Autor: Paulo Simões/Rui Jorge Cabral

Em 2017, a ARTAC apresentou ao Governo Regional uma proposta para a revisão do modelo de apoios à promoção e animação turística, com o objetivo de mobilizar as organizações dos eventos de forma a tornar os seus projetos mais sustentáveis. Já obtiveram uma reação a esta proposta?


Não... Com esta proposta, pretendíamos demonstrar que, por um lado, não concordamos com a falta de critério que ainda existe na atribuição dos apoios e, por outro lado, que há projetos com uma sensibilidade e um alinhamento mais sustentável, que estão de acordo com o que o próprio governo defende.
Este é o caso do nosso festival, o Azores Burning Summer, que tem sido pioneiro e tem até, eventualmente, incentivado o Governo a tomar determinadas medidas. No fundo, esta proposta que fizemos foi no sentido de sensibilizar o Governo para ter mais critério, obrigando ao cumprimento de determinadas regras sustentáveis, através dos fundos que disponibiliza às organizações. Aliás, outros organizadores de eventos também já manifestaram desagrado pela falta de critério na atribuição dos apoios.


Pode ler a entrevista na íntegra na edição desta quinta-feira, 23 de janeiro 2020, do jornal Açoriano Oriental



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