Aceite pedido de novo adiamento para entrega de proposta para privatização da Azores Airlines

O consórcio Newtour/MS Aviation pediu um alargamento do prazo para entrega de uma proposta formal para a privatização da Azores Airlines para 24 de novembro, e o pedido foi aceite



O júri do concurso para privatização da Azores Airlines tinha estabelecido, hoje, dia 10 de novembro, como o prazo final para a apresentação de uma proposta formal e vinculativa pelo consórcio selecionado. Ao que foi possível apurar pelo Açoriano Oriental, e depois do pedido de adiamento ter sido avaliado durante o dia de hoje, foi aceite.

Depois de um compasso de espera pela decisão do Júri e conselho de administração quanto ao pedido do consórcio para disponibilizar aos sindicatos informação classificada como confidencial, o consórcio realizou, nos últimos dias, reuniões com a Comissão de Trabalhadores da Azores Airlines e com o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), com o objetivo de decidir se teria condições de apresentar uma proposta formal. 

No domingo, o SPAC revelou que a Assembleia de Empresa da Azores Airlines aprovou, com 75% dos votos, o acordo negociado entre a direção do SPAC, em coordenação com a Comissão de Empresa SPAC/Azores Airlines, e o Consórcio Newtour/MS Aviation.  Um acordo que, segundo o comunicado do SPAC, “assegura a proteção integral dos postos de trabalho e a intangibilidade da remuneração base e dos ‘per diems’ dos pilotos”.

A Comissão de Trabalhadores também já tinha revelado que, no âmbito das reuniões com o consórcio, a larga maioria dos cerca de 300 funcionários da companhia aérea regional mostraram-se favoráveis à privatização da empresa.

O consórcio tem afirmado que está empenhado em apresentar uma “solução sólida”.

Em junho de 2022, a Comissão Europeia aprovou uma ajuda estatal portuguesa para apoio à reestruturação da companhia aérea de 453,25 milhões de euros em empréstimos e garantias estatais, prevendo medidas como uma reorganização da estrutura e o desinvestimento de uma participação de controlo (51%).

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