NATO continua a ser “a âncora de segurança coletiva”

NATO continua a ser “a âncora de segurança coletiva”

 

Lusa/AO Online   Nacional   3 de Abr de 2019, 10:09

O ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, considera que, 70 anos depois, a NATO “continua a ser a âncora de segurança coletiva”, anunciando uma visita na quinta-feira à Força Nacional Destacada que está na Polónia.

Criada em 1949 para unir a Europa após a II Guerra Mundial e combater o expansionismo soviético, a NATO celebra na quinta-feira 70 anos, tendo ao longo destas décadas mudado de “inimigos”, alterado a estratégia e expandido o número de membros.

Numa declaração por escrito à agência Lusa, o ministro da Defesa Nacional defende que “para Portugal, a Aliança Atlântica, volvidos 70 anos, continua a ser a âncora de segurança coletiva”, sendo o seu artigo 5.º “a garantia mais forte da segurança” do território, cidadãos e instituições do país.

Portugal é consumidor e produtor de segurança no espaço euro-atlântico, explica o ministro, deixando claro que contributos nacionais para a NATO “passam pelo reforço do investimento em defesa, mas também por uma presença regular e altamente competente em diferentes teatros operacionais”.

“Exemplo disso é a Força Nacional Destacada, que vou visitar esta quinta-feira, pelo aniversário da NATO, que se encontra neste momento na Polónia a participar nas Medidas de Tranquilização da NATO e a contribuir para a defesa coletiva da aliança”, anuncia.

De acordo com Gomes Cravinho, os portugueses estão “plenamente comprometidos com uma visão de segurança da NATO a 360 graus, atuando na capacitação dos nossos parceiros a leste e a sul e em particular no Atlântico”.

Para o ministro da Defesa Nacional, “em todas estas dimensões, a articulação com a União Europeia permite sinergias importantes, na gestão de crises, na estabilização e na promoção da segurança humana”.

“Este é o tipo de missões NATO para as quais Portugal tem contribuído desde 1992, com mais de 30 mil militares”, enumera.


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