“Não existe um alinhamento para combater a pessoa A ou B”

Coordenador da Polícia Judiciária nos Açores revela que o aumento de casos de criminalidade económico está relacionado com as denúncias e recusa teorias de perseguição política



O coordenador da Polícia Judiciária nos Açores, João Oliveira, garante que não existe nenhuma perseguição política relacionada com os casos recentes de criminalidade económica, acrescentando que a instituição pauta a sua atuação “por critérios de legalidade”.

Durante uma entrevista ao Telejornal da RTP/Açores, João Oliveira, que vai abandonar as suas funções esta sexta-feira para ser o próximo diretor do Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais, em Lisboa, aproveitou para abordar o aumento de casos relacionados com o crime económico na Região.

“Temos de olhar com algum desassombro para o aumento de casos de criminalidade económica. Não podemos direcionar isto contra as instituições da Região, porque está a acontecer em todo o país. O cidadão hoje é mais exigente e tolera menos algum tipo de práticas, tornando-se ator no processo de justiça, porque faz chegar denúncias de situações que considera ser a margem da lei”, clarifica o coordenador de investigação criminal.


Pode ler mais na edição desta terça-feira, 27 agosto 2019, do jornal Açoriano Orinetal



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