O chefe de Estado, acompanhado pela sua esposa Brigitte, abordará, entre outros temas, "os desafios suscitados pela atualidade internacional", sublinhou a presidência.
"Será, nomeadamente, uma oportunidade para saudar o papel essencial da Santa Sé e o empenho pessoal do Santo Padre em prol da paz, do diálogo e da solidariedade entre os povos, bem como para manifestar a vontade da França de trabalhar em conjunto com a Santa Sé nesta perspetiva", acrescentou a mesma fonte.
Emmanuel Macron deslocar-se-á ao Vaticano alguns dias após as festividades da Páscoa, celebradas pela primeira vez por Leão XIV.
No ano passado, a Semana Santa marcou as últimas aparições do Papa Francisco, falecido na véspera da Páscoa.
O clima todavia, pesa para os cristãos devido à guerra no Médio Oriente, desde a cidade velha de Jerusalém, deserta e barricada, até ao sul do Líbano, onde as aldeias cristãs estão na linha da frente dos bombardeamentos israelitas.
Neste contexto, o patriarca latino de Jerusalém, o cardeal italiano Pierbattista Pizzaballa, viu-se impedido no domingo passado de entrar no Santo Sepulcro de Jerusalém pelas autoridades israelitas, uma situação inédita "há séculos", segundo o patriarcado.
Para além da audiência com o papa americano, Emmanuel Macron irá também reunir-se com membros de Sant'Egidio, uma comunidade católica que desempenha o papel de canal diplomático informal da Santa Sé, na presença do fundador Andrea Riccardi.
